Mau cheiro nos Campos do Lis diminuiu

As populações vizinhas dos Campos do Lis, que têm sido utilizados para fazer o espalhamento de efluentes suinícolas, dizem notar uma “melhoria significativa na qualidade do ar”, desde que as juntas de freguesia locais solicitaram uma reunião com o secretário de Estado do Ambiente.
O presidente da Junta de Freguesia da Ortigosa, Armando Damásio, diz que, embora não tenha dados sobre o acompanhamento policial dos espalhamentos, tem a garantia da GNR que os efectivos estão a cumprir a sua missão.
David Neves, presidente da Associação de Suinicultores do Concelho de Leiria e da Recilis, empresa que faz a gestão dos efluentes suinícolas, garante que não houve redução nas descargas. “Continuamos a agir de acordo com a nossa licença. Os cheiros são a excepção, pois os efluentes são sempre enterrados no prazo de 24 horas”, diz e promete que o problema estará ultrapassado com a criação da estação de tratamento de Amor.
Mas no local escolhido para a implantação do equipamento há quem tenha dúvidas sobre a capacidade de gestão dos suinicultores que controlam a maior parte do capital social da Recilis. A empresa é detida em 78.7% pela Ambiliz, entidade que congrega os suinicultores de Leiria, em 12.2% pela Ambilena, suinicultores de Batalha e Porto de Mós, AMAE e Rações Veríssimo detém 1% cada, Rações Promor contam com 3.9%, e a  uinigrupo 3%. Às Rações Costa e Irmãos cabe 0.2% do capital.

Fonte: Jornal de Leiria

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